Sobre
Sobre a São Tomás
Uma empresa de risco climático que nasceu na sala de crise: chuva e alagamento, incêndio, proteção de ativos. Construímos plataformas para quem decide com o clima na frente — e temos opinião firme sobre como um número chega até a tela.
Quem somos
A São Tomás desenvolve e opera plataformas de inteligência climática para operações com ativos expostos ao céu. Atendemos utilities, meio ambiente, agronegócio e florestas, defesa civil, infraestrutura — rodovias, ferrovias, portos —, telecom, saneamento, mineração, logística, governos e o mercado financeiro e segurador.
Antes de sermos uma empresa de produto, fomos um time que respondeu a crises reais — o desastre do Rio Grande do Sul, a crise de incêndios florestais de 2024, operações com Defesa Civil. Isso não é biografia: é o que define quais perguntas as plataformas respondem.
E houve uma virada, que vale contar porque explica o resto do site: paramos de vender clima e passamos a vender gestão apoiada em clima. Não entregamos previsão do tempo a um cafeicultor — entregamos a gestão das janelas da lavoura dele: quando plantar, qual o melhor dia para secar, em que janela dos próximos dez dias colher. O clima deixou de ser o produto e virou o insumo de uma decisão de negócio. É a diferença entre vender um termômetro e vender saúde.
Entregamos projetos, não licença de balcão. Uma plataforma de risco climático só é útil quando fala a língua da operação que a usa — as atividades, os limiares, as restrições de segurança e o calendário daquele setor. Por isso o recorte vem antes do contrato, e a demonstração roda com um recorte real da sua operação.
Quem constrói
Ciência climática, sensoriamento remoto e engenharia de software na mesma equipe — e é essa combinação que permite ter modelo proprietário em vez de revender previsão de terceiro.
- 25+ anos
- de experiência técnica sênior
- ITA
- e Física Ambiental na formação do time
- CBERS
- programa espacial brasileiro, na bagagem
- 4
- produtos proprietários em operação
Os sócios
Quatro sócios que trabalham juntos desde 2016 — o time é estável há quase uma década, bem antes de "clima tech" virar categoria. Não é uma equipe montada para uma tese de investimento.
Vitor Baccarin Zanetti
Cofundador · Product Owner do Risk360
Doutor em Ciências pelo ITA e mestre em Física Ambiental pela UFMT. Concebeu e liderou o desenvolvimento dos quatro produtos proprietários da casa. Liderou uma equipe de 25 pessoas na resposta nacional ao desastre do Rio Grande do Sul e no apoio aos bombeiros na crise de incêndios florestais de 2024. Pesquisador no projeto Brasil 3 Tempos (SAE/PR · PNUD).
Luiz Carlos Silva Filho
Cofundador · IA e transformação digital
Mestre em Inteligência Artificial, mais de 23 anos em liderança C-level e mais de 50 projetos de grande escala em governo, saúde, energia, clima, telecom e finanças. Entregou plataformas corporativas atendendo dezenas de milhões de usuários.
Carlos Eduardo Toledo de Miranda
Cofundador · Ciência de dados
25 anos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, com atuação pioneira em sensoriamento remoto orbital e Big Data geoespacial — incluindo o programa CBERS, o satélite sino-brasileiro de recursos terrestres.
Roberto Mizuuti
Cofundador · Engenharia
Mais de 25 anos em engenharia de software, de arquitetura a operação. Responde pela arquitetura das plataformas, pela implementação computacional dos modelos e pela engenharia de IA em produção — é quem faz o que a ciência propõe rodar de pé, em escala e sem parar.
Onde já estivemos
Antes de sermos uma empresa de produto, fomos um time na sala de crise. É de lá que vem o que construímos.
Utilities elétricas
Casos reais de risco climático sobre ativos de transmissão em operação.
Rio Grande do Sul
Resposta nacional ao desastre climático.
Incêndios florestais de 2024
Apoio aos bombeiros durante a crise.
Defesa Civil de São Paulo
Atuação conjunta em monitoramento e resposta.
Plano de Ação Climática de Santos
Atuação completa no plano do município, do início ao fim.
ITV-Vale
Instalação, configuração e otimização do modelo climático Climate Forecast, com assessoria técnica ao projeto.
GIZ
Para a cooperação alemã, estudo de risco e vulnerabilidade ambiental a deslizamentos de terra em Salvador (BA).
Iepé
Com o Instituto de Pesquisa e Formação Indígena, formação de jovens indígenas em gestão ambiental e territorial na Terra Indígena Parque do Tumucumaque.
Clientes
Agronegócio, engenharia, geotecnologia e organismos internacionais — a mesma máquina de decisão, em contextos que não se parecem.
- Vega MonitoramentoRastreabilidade e inteligência para o agronegócio, com monitoramento de ativos agrícolas e conformidade socioambiental.
- Imagem GeosistemasDistribuidora oficial da Esri no Brasil. Cliente e parceira ao mesmo tempo.
- GeohidroEngenharia consultiva em infraestrutura, meio ambiente, saneamento básico e recursos hídricos.
- ACNURAgência da ONU para Refugiados, no Brasil.
- PNUDPrograma das Nações Unidas para o Desenvolvimento, no Brasil.
Parceiros de tecnologia
Não construímos do zero o que já existe e é bom. A base geoespacial, os sensores e a nuvem vêm de quem faz isso melhor no mundo — e é sobre ela que os nossos modelos rodam.
EsriLíder global em sistemas de informação geográfica e criadora do ArcGIS, a base geoespacial sobre a qual as plataformas operam.
Imagem GeosistemasDistribuidora oficial da Esri no Brasil, em geotecnologia, dados e capacitação.
ZukkInteligência geográfica: GIS, Geo AI e desenvolvimento sob medida sobre a plataforma ArcGIS.
Leica GeosystemsSensoriamento e medição de precisão — o dado de campo que sustenta o cadastro de ativos.
Google CloudSomos Google Cloud Partner: as plataformas operam sobre a nuvem, com dados hospedados no Brasil.
Como tratamos número
Estas regras são de engenharia, não de marketing — estão dentro do código das plataformas, e é por elas que um resultado nosso resiste a auditoria.
IA que explica, motor que decide
Nos domínios regulados, a classificação de risco é determinística, versionada e auditável. Os agentes de IA escrevem a leitura técnica e a executiva e orientam a decisão — sem nunca classificar o risco. É a arquitetura que sobrevive ao auditor.
Nenhum número na tela é inventado
Se a fonte não publica um campo, ele fica ausente — não zerado, não vazio, não derivado de uma fórmula plausível. Zero parece honesto e é armadilha: “acumulado 0 mm” lê como “não choveu”, quando o fato era “ninguém mediu”.
A incerteza é parte do número
Uma projeção sem faixa entre percentis e sem concordância entre modelos é meia informação. Preferimos entregar a faixa, mesmo quando ela é larga — principalmente quando é larga.
Todo número divulgável carrega de onde veio
Dataset, calibração, quantos modelos entraram, quantas células. Sem proveniência, o número não sobrevive à segunda pergunta de quem audita.
Cobertura de fonte se declara
Quando um ativo cai fora da pegada da fonte que o alimenta, a plataforma diz — em vez de exibir, em silêncio, um dado de demonstração.
Alerta obedece ao critério de quem opera
Quando o cliente já tem limiar definido — o mesmo que a defesa civil dele usa — o alerta segue esse limiar, e não um critério nosso. Dois sistemas alertando coisas diferentes sobre a mesma chuva é pior que não alertar.
Traga o seu desafio
Se ele envolve clima, território e dados, é o nosso terreno. A conversa começa por um recorte real da sua operação — não por uma apresentação.